San Antonio Breast Cancer Symposium (SABCS), em San Antonio, Texas (EUA).

Entre 10 e 14 de Dezembro de 2019 acontece a edição do SABCS no TEXAS, onde a mastologista Dra. Gabriela Caldas, a Oncologista clínica Dra. Noele Gomes e o Mastologista Dr. José Guará participam do maior evento de pesquisa de câncer de mama do mundo.

O Evento reúne mais de 7 mil participantes, entre médicos oncologistas, pesquisadores acadêmicos e outros profissionais da àrea da saúde.

O Objetivo é fornecer informações avançadas sobre prevenção, diagnóstico e terapia, etiologia e biologia experimental do câncer de mama e doenças pré-malignas da mama.

(foto retirada do instagram Dra Ana Gabriela , ao lado esquerdo Dra. Noele Gomes e Dr. José Guará)

O II CONGRESSO MARANHENSE DE ENFERMAGEM OCORRERÁ EM NOVA DATA

                  O II Congresso Maranhense de Enfermagem que estava programado  para os dias 07, 08 e 09 de maio de 2018 será adiado para os dias 05, 06 e 07 de junho de 2018. Apenas as datas de realização do congresso foram alteradas, mantendo o local e a programação já confirmada. Com o adiamento foram prorrogadas as inscrições até o dia 5 de junho, com a promoção de   30% de desconto válido apenas para estudantes, mediante a apresentação do atestado de matrícula da Instituição de ensino. As inscrições com desconto podem ser feitas na sede da Aclemed, localizada na avenida do Colares Moreira, edifício Business Center, 5º andar, sala 503.

           Ogrande evento conta com uma ampla programação com minicursos e palestras. dentre os minicursos estão: As novas técnicas para tratamentos em feridas; Saúde do Homem: Novas técnicas de tratamentos; Gestação, Parto e Assistência humanizada Enferª. Luciana Gomes Ferreira Landone e Como tratar o paciente com Pé diabético.

          O evento contará com grandes nomes de destaque nacional, como o Ministro da Saúde, Gilberto Magalhães Occhi, que, com uma ampla experiência na área de gestão, que apresentará a Palestra de Abertura  – O SUS que temos, e o SUS que queremos -, falando sobre os desafios que enfrentamos na saúde pública do país, analisando a atual realidade do SUS e projetando as melhorias desejadas.

          O congresso também com personalidades desta área no Maranhão, como a Reitora da Universidade Federal do Maranhão, a enfermeira Nair Portela Silva Coutinho, que fará a palestra de encerramento. Também estarão presentes a Superintendente do Hospital Presidente Dutra – HU-UFMA, a Drª Joyce Lages, falando sobre a Prevalência de doença crônica em comunidade remanescente de quilombo, o doutorando em Ciências Sociais (Política) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Dr. Antonio Blecaute Costa Barbosa que pronunciará a palestra O papel do Enfermeiro na Gestão Pública, dentre outros como Rosana Ballestero, Patrick Gomes e Secretário Lula Fylho

           As inscrições para o congresso continuam abertas e podem ser feitas no site www.cenf.slz.br. Podem se inscrever enfermeiros, técnicos e estudantes de enfermagem fiquem atentos aos valores da inscrição.

São Luís sediará o II Congresso Maranhense de Enfermagem

A cidade de São Luís sediará no próximo mês o II Congresso Maranhense de Enfermagem. A segunda edição deste grande evento traz à tona o tema “Os Desafios Emergentes da Enfermagem no Maranhão”, buscando fomentar a discursão sobre esses desafios tanto no campo profissional quanto no acadêmico.  O congresso, que acontecerá nos dias 07,08 e 09/05, no Espaço Renascença, buscas debater essa temática juntamente com enfermeiros, técnicos e estudantes de enfermagem colocando a luz dos debates as inovações do campo e os desafios enfrentados pelos profissionais.

Em uma grande programação com palestras e mesas redondas, o evento contará com grandes nomes de destaque nacional, como o Ministro da Saúde, Gilberto Magalhães Occhi, que, com uma ampla experiencia na área de gestão, que apresentará a Palestra de Abertura  – O SUS que temos, e o SUS que queremos -, falando sobre os desafios que enfrentamos na saúde pública do país, analisando a atual realidade do SUS e projetando as melhorias desejadas. O evento contará também com personalidades desta área no Maranhão, como a Reitora da Universidade Federal do Maranhão, a enfermeira Nair Portela Silva Coutinho, que fará a palestra de encerramento.

Também estarão presentes a Superintendente do Hospital Presidente Dutra – HU-UFMA, a Drª Joyce Lages, falando sobre a Prevalência de doença crônica em comunidade remanescente de quilombo de nomes e o doutorando em Ciências Sociais (Política) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Dr. Antonio Blecaute Costa Barbosa que pronunciará a palestra O papel do Enfermeiro na Gestão Pública.

As inscrições para o congresso já estão abertas e podem ser feitas no site www.cenf.slz.br. Podem se inscrever enfermeiros, técnicos e estudantes de enfermagem fiquem atentos aos valores da inscrição.

Caminhoneiros que trafegam pelo Maranhão terão assistência de saúde gratuita

 

Esta semana caminhoneiros que trafegam pelas estradas do estado do Maranhão tem a oportunidade de ter assistência à saúde gratuita. O atendimento ocorre na BR-010 e os motoristas são convidados a parar e participar da ação que faz parte do programa de prevenção de acidentes do Sest Senat.

Durante a ação os caminhoneiros recebem dicas e podem fazer alguns exames e o mais importante: eles são orientados sobre a importância de estar com a saúde em dia. O motorista Paulo Henrique que já está na profissão há mais de 30 anos gostou da iniciativa. “Isso é muito bom e, inclusive, eu não conhecia. Eu vou fazer de tudo para me conhecer a partir de agora. É muito interessante para nós que não fazemos um exercício antes do serviço e nem depois”.

Para não atrapalhar a rotina corrida dos caminhoneiros, os serviços estão sendo oferecidos durante o expediente. Os trabalhadores recebem dicas nutricionais e orientações sobre os riscos do uso do álcool e drogas.

Também estão sendo realizados atendimentos de saúde bucal, aferição de pressão arterial e assistência psicológica. A iniciativa faz parte do programa de prevenção de acidentes do Sest Senat.

Dados da Confederação Nacional do Transporte mostram que 20 por cento dos caminhoneiros só procuram um profissional de saúde quando os sintomas se agravam.

A coordenadora de Promoção Social do Sest, Mayara Gomes, diz que o intuito da ação é fazer com que o caminhoneiro tire um tempo do seu trabalho para averiguar a sua saúde. “Aqui exatamente essa ideia de saúde integral indo da parte odontológica a nutrição, a fisioterapia, psicologia passando pelos enfermeiros e essa ideia de integrar nesse circuito essas áreas é de ele tirar esse tempo, enquanto às vezes ele está aqui no local de trabalho dele mesmo para que a gente conscientize dessa importância porque é um trabalhador é saudável. Ele rende muito melhor e alcança melhores resultados”, finalizou.

 Fonte: G1 Maranhão

Maternidade Benedito Leite oferece assistência humanizada para gestantes, recém-nascidos e puérperas

 

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), tem transformado a rotina das pacientes da Maternidade Benedito Leite, em São Luís, com atendimento humanizado dos profissionais de saúde e, ainda, a assistência oferecida aos acompanhantes. Dos 3.596 partos realizados na unidade, 61% foram partos normais e 39% cesáreas. Os dados são de janeiro a outubro deste ano.

O parto humanizado é incentivado da rede estadual de saúde. “Tivemos que conscientizar a equipe, melhoramos os ambientes com espaços adequados, criando um local mais acolhedor, para mostrar à mulher que o parto humanizado é bonito e tem benefícios. Teve um tempo em que se realizavam muitas cirurgias. O parto normal não é somente dor, é o momento de maior ligação entre a mãe e o bebê. Os números mostram que as medidas adotadas têm dado certo”, explica Hilmar Ribeiro Hortegal, diretor da Maternidade Benedito Leite.

Desde o início da gravidez, Rosileia Soares, de 31 anos, desejava um parto normal e, de preferência, na Maternidade Benedito Leite. “Durante o pré-natal a gente sempre encontra mães e enquanto espera a consulta, conversa. Passei minha gravidez inteira ouvindo falar bem da Benedito Leite e coloquei na minha cabeça que queria ter aqui! Quando quiseram me levar pra outro lugar, pedi pelo amor de Deus pra ter meu bebê aqui”, disse.

Rosileia Soares, deu entrada no domingo (29), por volta de 6h, na unidade de saúde. Com o acompanhamento da equipe multiprofissional da Maternidade Benedito Leite, a gestante recebeu assistência para o parto humanizado.

Ao som de da música latina “Despacito”, sucesso no mundo todo, Rosileia Soares, acompanhada pela equipe formada por médico obstetra, enfermeira, técnica de enfermagem e fisioterapeuta, fazia exercícios para aliviar as dores e tensões pré-parto. O método foi implantado pela fisioterapeuta Luiza Maria Martins. O vídeo já obteve mais de 35 mil visualizações.

“Ali não era simplesmente uma dança, todos os movimentos são pensados para que o bebê se encaixe perfeitamente e a mãe possa ter a passagem suficiente para a realização do parto”, explicou a fisioterapeuta especialista em neonatologia. “Meu foco sempre é na mãe, se ela quer, se está disponível, os movimentos diminuem a ansiedade e a ajudam a passar pela dor sem sofrimento”, disse Luiza Maria Martins.

Além dos movimentos ao som de música, técnicas de relaxamento, como massagens nas costas, agachamento na bola de parto, caminhada assistida pelo quarto e ainda, banho na piscina com água morna também são utilizados, além da presença constante de um acompanhante da escolha da paciente.

“Tenho certeza de que não teria conseguido sem o apoio do meu marido ao meu lado, a fisioterapeuta me passou muita confiança. Estava perdendo líquido, o médico já estava até se preparando para que eu tivesse o Jessé por cesárea, mas eu confiei demais e me propus a fazer tudo o que eles mandavam”, conta Rosileia que além de Jessé tem mais dois filhos, um de 11 e outro de 8 anos “Nos outros partos eu sofri demais, mandavam eu deitar, demorou muito, chorava sozinha. Esse foi completamente diferente. Fiquei até famosa! Todo mundo já ligou dizendo que olhou o vídeo”, contou aos risos.

Canto do chá 

Desde a última semana de outubro, as mães que vão ter seus bebês na unidade podem contar com o Cantinho do Chá, um espaço com lanche feito de acordo com a dieta passada por nutricionista, respeitando inclusive os hábitos alimentares da paciente ou restrições alimentares das mesmas, para que com a alimentação, elas possam ter mais energia durante o parto.

“O que a gente vê com frequência é um modelo onde a mulher não tem direito a ficar com acompanhante. Ela entra em uma sala de parto e fica sozinha. É colocada em dieta zero e assistida por profissionais que está vendo pela primeira vez”, enumera Hortegal. “Portanto, o parto humanizado é ideal porque o tempo da mãe e do bebê são respeitados, ela tem liberdade de posição e apoio de familiares e de profissionais que escolher”, conclui.

Outros serviços 

Logo após o nascimento, os bebês realizam o Teste do Coraçãozinho, que permite detectar precocemente se o recém-nascido apresenta cardiopatia congênita; o Teste do Pezinho, que pode identificar doenças como hipotireoidismo congênito, entre outras; e o teste da orelhinha, que é feito no primeiro mês de nascimento da criança e o teste do olhinho. Em breve teremos o Teste da Linguinha”, disse o diretor da unidade, Hilmar Hortegal.

A unidade conta com o projeto Primeiro Olhar, fotos do bebê em um ensaio fotográfico realizado por um fotógrafo profissional, o Projeto Pequeno Maranhense que estimula a realização do pré-natal na atenção básica e oferece orientações sobre gestação, parto e pós-parto para mulheres durante o período de gravidez. Caso a gestante tenha cumprido as sete consultas do pré-natal, ela é contemplada com um kit composto por bolsa, fraldas, termômetro, cartilha informativa, toalha, frasco de álcool em gel e um pacote de gazes para os primeiros cuidados com os recém-nascidos.

Registro civil na maternidade 

A unidade conta também com Posto Avançado de Registro Civil de Nascimento. A iniciativa integra a política de combate ao subregistro da Secretaria Estadual de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop), em parceria com a Corregedoria Geral da Justiça do Maranhão, Secretaria de Estado de Saúde (SES), o Comitê Estadual de Combate ao Subregistro, cartórios e prefeituras municipais.

Fonte: http://www.saude.ma.gov.br

Saúde Bucal é parte do atendimento da Estratégia Saúde da Família

 

 

 

A rotina da dentista Érika Mendonça, servidora da Secretaria de Saúde, é agitada. Além dos atendimentos no consultório, com hora marcada ou por ordem de chegada, ela visita escolas, creches e ministra palestras para grupos específicos, como grávidas, diabéticos e hipertensos.

Lotada na Unidade Básica de Saúde do Lúcio Costa, ela integra a Estratégia Saúde da Família desde julho, depois que optou por fazer parte do processo de conversão da atenção primária.
“Aqui, eu vejo que o que estou fazendo está mudando a forma de viver das pessoas, está se multiplicando”.

Para Érika, a saúde bucal está relacionada diretamente com o bem-estar integral do paciente. “São muitos os casos em que a pessoa não melhora, mas, depois que passa pelo tratamento adequado da boca, se estabiliza”, conta.

Crianças, gestantes, hipertensos e diabéticos são grupos que participam de ações específicas, recebem orientações precisas em encontros constantes com a equipe de profissionais. No entanto, qualquer pessoa pode ter acesso ao cuidado.

Como no restante da estratégia, o foco é na promoção, proteção e recuperação da saúde e no acompanhamento integral do paciente. No DF, um grupo de odontologia atende cerca de 7 mil pacientes.

A expectativa, segundo o gerente de Odontologia, da Secretaria de Saúde, Maurício Bartelle Basso, é que ao fim do processo de conversão haja uma equipe de saúde bucal para cada 3,5 mil pessoas — quantidade atendida por um grupo de profissionais da Estratégia Saúde da Família.

Integração entre os profissionais para o cuidado ao paciente

A dona de casa Lainara Irlanda, de 24 anos, soube do acompanhamento que teria com Érika ao procurar consultas para acompanhar a gestação. O bebê será atendido logo quando completar 1 mês de nascido.

“Esse cuidado é muito bom. Aprendemos coisas simples sobre nutrição e alimentação.” Ela e a filha Agatha, de 1 ano, já são assistidas pela dentista.

A rede pública ainda conta com dez centros odontológicos na atenção secundária. De acordo com Basso, a pasta trabalha para organizar todos os níveis de atenção à saúde bucal.
No dia 17, o governador Rodrigo Rollemberg anunciou a nomeação de, entre outros profissionais, 39 cirurgiões-dentistas e 39 técnicos em saúde bucal, que serão distribuídos em unidades de urgência e emergência.

“A ideia é qualificar o atendimento nesses níveis de atenção”, explica Basso. Ele detalha que a secretaria trabalha para qualificar o acesso dos pacientes à saúde básica, com o planejamento para implementar a classificação de risco para atendimentos odontológicos e a capacitação dos profissionais para melhor atender crianças.

Ministério da Saúde anuncia plano para eliminação da hepatite C até 2030

 

RIO – O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira a criação de um plano para eliminar a da hepatite C no país até 2030 com a oferta de tratamento para todos pacientes diagnosticados com a doença. A meta foi apresentada pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, durante a abertura da Cúpula Mundial de Hepatites 2017 – World Hepatitis Summit, que acontece em São Paulo (SP) desta quarta até sexta-feira e reúne ministros da Saúde, especialistas em saúde pública e ONGs para discutir a eliminação das hepatites virais em todo o mundo. A expectativa do plano é tratar 657 mil pessoas nos próximos anos.

– O projeto de eliminação da hepatite C no Brasil é viável e já está em curso – afirmou Barros. – Somos um dos primeiros países a colocarem em prática a proposta em discussão para o mundo. Atualmente, dos 155 mil pacientes notificados, metade já foi ou está em tratamento. Além disso, iremos aumentar a testagem e diagnóstico da doença em toda a população. A expectativa é distribuirmos ano que vem o dobro de testes que distribuímos esse ano. Serão 12 milhões de testes para diagnóstico da doença.

A estimativa de tratar 657 mil pessoas é menor do que a anterior, de 1,6 milhão de casos, porque houve uma revisão dos números da doença no país com o apoio do Observatório Polaris, da Fundação Center for Disease Analysis (CDA), nos EUA, e em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Com isso, a meta do Ministério da Saúde agora é tratar todos os pacientes diagnosticados, além de apresentar novas iniciativas para testar o máximo de pacientes.

– Assim como ocorreu com relação à epidemia de HIV, o Brasil está determinado a ser líder mundial na luta contra a hepatite C – disse Adele Benzaken, diretora do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais do Ministério da Saúde. – Nosso plano de eliminação significa que, até 2030, a hepatite C não será mais uma ameaça à saúde pública no Brasil.

O protocolo atual da hepatite C no Brasil considera elegíveis para tratamento no SUS os pacientes mais graves, nas chamadas fases 2, 3 e 4 de comprometimento do fígado, os pacientes com coinfecção com HIV e pacientes com comorbidades, isto é, outras doenças associadas, como doença renal crônica e manifestações extra-hepáticas. O plano de eliminação prevê que todos pacientes diagnosticados com a doença serão atendidos, a partir de 2018, independente do grau de comprometimento do fígado.

Os pacientes com maior gravidade, no entanto, continuam a ter prioridade. Os estágios de comprometimento do fígado pela hepatite C variam de fase 0 a fase 4. Assim, com o plano, as pessoas ainda nas fases 0 e 1 passarão a ser tratadas também. A expectativa é que a fila dos casos diagnosticados de fase 3 e fase 4 acabe neste semestre. E até o primeiro semestre de 2018, os diagnosticados na fase 2 também já deverão estar plenamente atendidos.

– Agora, o Ministério da Saúde irá realizar a compra dos tratamentos e não de medicamentos. E os laboratórios terão o preço máximo de U$ 3 mil por tratamento, que é metade do que é pago atualmente. Portanto, iremos ampliar o acesso aos medicamentos para mais pessoas com um custo muito menor – destacou o ministro Barros.

A ampliação da oferta de tratamento para todos será possível devido à mudança na modalidade de compra do Ministério da Saúde, que condicionará o pagamento à indústria farmacêutica do tratamento à comprovação da cura do paciente. A expectativa é que, como aconteceu em outros países, o valor por tratamento caia de U$ 6,2 mil para U$ 3 mil. Essa economia possibilitará a inclusão de até três vezes mais pessoas do que as atendidas atualmente no SUS.

O Ministério da Saúde também incorporou novas tecnologias no combate à doença. A combinação dos remédios Ombitasvir, Paritaprevir, Ritonavir, Dasabuvir (3D) é mais uma opção terapêutica para pacientes com hepatite C, e o tratamento deverá ser oferecido até o final deste ano. As novas inclusões oferecem maiores possibilidades para terapia, possibilitando uma taxa de cura superior a 90%.

Atualmente, as hepatites virais são responsáveis por mais de 1 milhão de mortes por ano – e mais de 300 milhões de pessoas estão cronicamente infectadas pelas hepatites B ou C. Em 2016, o Brasil registrou 42.830 casos de hepatites virais. Os dados fazem parte do Boletim Epidemiológico de Hepatites, que pode ser acessado no site indicadoreshepatites.aids.gov.br. Na plataforma, é possível acompanhar dados das hepatites de cada município de Brasil, com recortes de raça, cor, sexo, idade.

Fonte: Jornal Extra

Novembro Azul: mês da prevenção contra o Câncer de Próstata

O Câncer de Próstata é uma das formas mais comuns de câncer (CA) entre os homens. As elevadas taxas de sobrevivência do paciente refletem melhorias na detecção precoce, através da triagem de antígeno específico da próstata (PSA) e nas modalidades de tratamento como a cirurgia (prostatectomia) e terapia de privação androgênica (ADT, do Inglês Androgen Deprivation Therapy).

Campanha

A Campanha Novembro Azul é um movimento mundial de conscientização para a prevenção e diagnóstico precoce do câncer em homens. É desenvolvida durante todo o mês de novembro e é simbolizada pelo laço azul, que remete à cor da campanha. Seu objetivo é promover mais saúde paraa população masculina e ressaltar a importância da prevenção, diagnóstico precoce e tratamento do câncer masculino.

Tipos

O câncer de próstata é um dos mais frequentes tipos de câncer na população masculina, e se diferencia dos demais tumores por sua lenta evolução e manifestação dos primeiros sintomas. No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele).  Alguns tipos de câncer de próstata podem crescer de forma rápida, espalhando-se para outros órgãos e podendo levar à morte. A grande maioria, porém, cresce de forma tão lenta (leva cerca de 15 anos para atingir 1 cm³) que não chega a dar sinais durante a vida e nem a ameaçar a saúde do homem.

Sinais e sintomas

Mais do que qualquer outro tumor, o câncer da próstata é considerado um câncer da terceira idade, já que cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. Em seus estágios iniciais, o câncer de próstata não costuma apresentar sintomas. Dificuldade para urinar pode ser sintoma de câncer, mas também de hiperplasia benigna. É recomendável consultar um urologista se o paciente apresentar os seguintes sintomas: urinar pouco de cada vez; dor ou sensação de ardor ao urinar; presença de sangue na urina ou sêmen e ejaculação dolorosa.

Tratamento

O tratamento depende do quanto a doença penetrou na próstata e se há metástase ou não. Quando a doença está apenas na próstata, o tratamento é feito com a cirurgia de retirada da próstata ou através da radioterapia, associada muitas vezes a uma injeção para bloquear a produção dos hormônios masculinos. Entretanto, quando a doença invade os órgãos em volta da próstata ou quando já se apresenta com metástases, a cura não é mais possível e o objetivo do tratamento é frear o avanço da doença. Para isso, o tratamento deve ser incialmente com o bloqueio da produção dos hormônios masculinos e futuramente com a quimioterapia ou novas drogas que inibem a produção dos hormônios de forma mais potente.

Referências

No Estado do Maranhão, muitos médicos urologistas se empenham em diagnosticar e tratar as patologias que atingem a população masculina. Dentre os profissionais, destacam-se o doutor Alair Firmiano (especialista em urologia, registrado na Comissão de Residência Médica do Ministério da Educação e Cultura, secretário municipal de saúde e médico legista do IML de Imperatriz) e o doutor José Calixto, doutor em Fisiopatologia Clínica e Experimental pela UERJ, Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia (TiSBU), Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões (TCBC) e chefe da Equipe cirúrgica do transplante de rim do Hospital Universitário Presidente Dutra da UFMA). Estes profissionais, se empenham diariamente ao combate do Câncer de próstata e desta forma, proporcionam saúde e qualidade de vida aos pacientes que recorrem seus serviços.

OMS indica necessidade de compromisso político para acabar com a Tuberculose

Os esforços globais para combater a tuberculose pouparam cerca de 53 milhões de vidas desde 2000 e reduziram a taxa de mortalidade pela doença em 37%, de acordo com o Global TB Report 2017, divulgado nesta segunda-feira (30) pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Apesar dessas conquistas, o último cenário é sombrio. A tuberculose continuou a ser a principal assassina infecciosa em 2016. Também é a principal causa de mortes relacionadas à resistência antimicrobiana e entre pessoas com HIV. O progresso na maioria dos países está paralisado e não é rápido o suficiente para atingir as metas globais ou preencher as lacunas persistentes nos cuidados e prevenção da doença. “O mundo se comprometeu a acabar com a epidemia de tuberculose até 2030, mas as ações e investimentos não correspondem à retórica política. Precisamos de uma abordagem dinâmica, global e multissetorial”, disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS. “A boa notícia é que finalmente temos duas ótimas oportunidades para avançar: a primeira Conferência Ministerial Mundial da OMS para Acabar com a Tuberculose, em Moscou ainda este ano, seguida da primeira Reunião de Alto Nível da Assembleia Geral da ONU sobre a doença, em 2018. As duas iniciativas vão criar um impulso, engajar diferentes setores e acelerar nossos esforços para tornar a tuberculose parte do passado.”

Carga global da doença

Em 2016, havia cerca de 10,4 milhões de novos casos de tuberculose em todo o mundo, dos quais 10% aconteceram entre pessoas que vivem com HIV. Sete países representaram 64% da carga total, com a Índia no topo, seguida pela Indonésia, China, Filipinas, Paquistão, Nigéria e África do Sul. Estima-se que 1,7 milhão de pessoas morreram pela doença, incluindo cerca de 400 mil pessoas que foram coinfectadas com HIV. Essa é uma queda de 4% em relação a 2015. A Tuberculose Multidroga Resistente (TB-MDR) continua a ser uma crise de saúde pública e uma ameaça à segurança da saúde. A OMS estima que houve 600 mil novos casos de resistência à Rifampicina – o medicamento de primeira linha, mais eficaz. Do total de casos, 490 mil representavam TB-MDR. Quase metade deles se concentrou na Índia, na China e na Federação Russa.

“O grande número de mortes e sofrimento falam por si mesmos – não estamos acelerando o suficiente”, afirmou Mario Raviglione, diretor do Programa Global de Tuberculose da OMS. “A ação rápida para a cobertura universal de saúde e proteção social, bem como avanços em pesquisa e inovações, será fundamental para permitir o acesso aos cuidados dos mais altos padrões, centrados nos pacientes, especialmente para pessoas mais pobres e desfavorecidas em todos os lugares”.

Desafios

O enfrentamento da epidemia requer ações para reduzir as lacunas nos cuidados e no financiamento. Também requer progresso em um subconjunto específico de países com grande carga de tuberculose. A subnotificação e o subdiagnóstico dos casos da doença continuam a ser um desafio, especialmente em países com grandes setores privados não regulamentados e sistemas de saúde inconsistentes. Dos 10,4 milhões de novos casos estimados, apenas 6,3 milhões foram detectados e notificados oficialmente em 2016, deixando uma diferença de 4,1 milhões. Índia, Indonésia e Nigéria representaram quase metade desse hiato global.

Apenas um em cinco casos de TB-MDR teve tratamento iniciado. Índia e China representam 39% da lacuna global. O sucesso do tratamento permanece baixo – 54% em nível mundial. Dos quase meio milhão de casos de tuberculose relatados em associação ao HIV, 15% não estavam em terapia antirretroviral, conforme recomendado pela OMS. A maioria das lacunas relacionadas à doença associada ao HIV está na Região Africana, segundo a OMS. O tratamento preventivo da tuberculose está se expandindo em dois grupos de risco prioritários: pessoas vivendo com HIV e crianças menores de cinco anos. No entanto, a maioria das pessoas elegíveis para tratamento preventivo não está conseguindo acessá-lo. Para cuidados e prevenção da tuberculose, os investimentos em países de baixa e média renda caíram para quase US$ 2,3 bilhões abaixo dos US$ 9,2 bilhões necessários neste ano. Além disso, é preciso pelo menos US$ 1,2 bilhão por ano para acelerar o desenvolvimento de novas vacinas, diagnósticos e medicamentos. “O déficit no financiamento da tuberculose é uma das principais razões pelas quais o progresso não é rápido o suficiente para estar no caminho certo e atingir os objetivos finais”, argumentou Katherine Floyd, coordenadora da Unidade de Monitoramento e Avaliação da OMS no Programa Global de Tuberculose. “Temos um duplo desafio. Mais financiamento interno é necessário em países de média renda, sendo necessário também um maior apoio internacional aos doadores para apoiar os países de baixa renda”.

Ação multissetorial

Acabar com a epidemia de tuberculose requer ações além do setor da saúde para enfrentar os fatores de risco e determinantes da doença. Pela primeira vez, o relatório global apresenta os resultados de um novo quadro multissetorial de monitoramento, que identifica vínculos com a epidemia da tuberculose em sete Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A análise do estado mais recente dos indicadores para os 30 países com alta carga de tuberculose mostra que a maioria deles será desafiada a atingir as metas dos ODS.

A Conferência Ministerial Mundial da OMS que visa aumentar a ação multissetorial e acabar com a Tuberculose na era do desenvolvimento sustentável, acontecerá em Moscou de 16 a 17 de novembro deste ano. No evento acontecerá a primeira reunião de alto nível da Assembleia Geral da ONU no qual abordará o tema: Tuberculose no ano de 2018, com o intuito de firmar compromissos com os chefes de Estado.

Fonte: Organização Mundial de Saúde

Reumatismo não ataca somente idosos

As doenças reumáticas atingem grande parte da população adulta mas, cada vez mais, as crianças se tornam o alvo desta patologia. É preciso conhecer para trata-las

O dia 30 de outubro é o Dia Nacional de Luta Contra o Reumatismo, uma doença que se apresenta de forma variada, podendo se iniciar não só em idosos, mas também em crianças e adolescentes. A maioria das pessoas pensam que as doenças reumáticas são exclusivas da população adulta. De fato, muitas das condições ditas “reumáticas” são associadas a doenças degenerativas, como o desgaste de cartilagens, o enfraquecimento muscular e a perda de massa óssea. No entanto, existe um número grande de reumatismos que também pode afetar a população infantil.

Essas doenças geram nas crianças, sintomas semelhantes aos que afetam os adultos, como dor e rigidez nas articulações e algumas delas, podem levar a danos e limitações permanentes, comprometendo o futuro dos pequenos pacientes.

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) mostram que as doenças reumáticas atingem 10% da população mundial e cerca de 20 milhões de brasileiros, com manifestações em pessoas de qualquer idade.

Sintomas

De uma hora para a outra, a criança passa a cair repetidamente, tropeçar ou caminhar com dificuldade, deixando de fazer atividades rotineiras como correr ou jogar bola. Ou, então, começa a sentir algum tipo de dor que pode ser constante, sem melhora com analgésicos e se intensificando até mesmo em repouso. Estes, podem ser sintomas de problemas reumatológicos e de inflamações nas articulações. As causas são as mais diversas: má postura, infecções na garganta e predisposição genética.

Artrite

Ao contrário da crença popular a artrite acomete crianças e adolescentes. A artrite reumatoide juvenil é uma doença relativamente rara, mas é apenas um dos tipos de artrite que podem afetar crianças. É também a mais comum. A doença ocorre em qualquer idade antes dos 16 anos, mas os picos de maior incidência estão entre 1 e 5 anos e de 10 a 14 anos de idade. Além das articulações, a artrite reumatoide juvenil pode afetar outras partes do corpo como coração, olhos, músculos, tendões, fígado e pele. É uma doença que pode persistir por anos, com períodos eventuais de remissão e atividade, quando o paciente tem dores e febre. A doença pode causar complicações para a vida da criança, como deixar de utilizar normalmente um membro do corpo como um braço ou uma perna. No entanto, quando tratada de forma adequada, a maior parte das crianças afetadas tem uma vida independente e de boa qualidade.

Tratamento

Dependendo da causa, o tratamento requer o uso de anti-inflamatórios, antibióticos, e drogas para prevenir a progressão da doença, além de fisioterapia e até mesmo psicoterapia. A avaliação do especialista é indispensável. A detecção e tratamento precoce desses problemas possibilitam a prevenção de danos permanentes. Com tratamento adequado, a criança com doença reumatológica pode ter uma vida praticamente normal.

É importante ficar atento, pois toda criança com inchaço, dificuldade de movimentar alguma articulação ou que tenha febre prolongada, sem causa evidente, deve procurar um médico.

Fonte: Ministério da Saúde