ACM Neto e as melhorias na Saúde Municipal de Salvador

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O democrata alcançou avanços na capital baiana em apenas três anos de gestão

“A principal tarefa de um prefeito é cuidar de pessoas e para cuidar de pessoas, temos que cuidar da vida das pessoas. Temos que colocar a saúde em primeiro lugar para cuidar das pessoas e não no discurso e na propaganda. Saúde em primeiro lugar é colocar recursos, garantir o funcionamento pleno dos serviços assim como cumprir o cronograma”.
Estas foram as palavras proferidas pelo prefeito da capital baiana, Salvador, o jovem ACM Neto, durante a cerimônia de inauguração de mais uma Unidade de Pronto Atendimento entregue ainda no término do primeiro semestre deste ano, em Paripe.
Sempre empenhado na melhoria da qualidade de vida dos soteropolitanos, ACM tem mudado e muito a realidade da saúde pública de Salvador em apenas três anos de gestão. Das 113 unidades que compõem a rede de saúde familiar por exemplo, 70 já foram completamente reformadas. Hoje são 245 equipes trabalhando na saúde da família e, quando o prefeito assumiu o mandato eram apenas 103. De acordo com ACM Neto até o final de 2016, sete Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) deverão ser entregues à população de Salvador.
“Alguns talvez não se lembram, mas jamais vai sair da minha memória a fotografia de como era a saúde pública de Salvador. Os postos, como esse da Estrada das Barreiras, estavam caindo aos pedaços e faltavam médicos. Hoje, fico feliz em anunciar que saltamos de 103 para mais de 245 equipes de saúde da família trabalhando em toda cidade. Tínhamos a pior cobertura em atenção básica entre as capitais do Brasil e, em três anos, estamos alcançando o marco histórico de 50% da população assistida pelos serviços primários”, disse o democrata.
A Prefeitura teve a capacidade nesta gestão de mudar a realidade da saúde através de investimentos para recuperação dos postos e a contratação de mais de 3.500 novos profissionais.
Outro marco importante da administração de ACM Neto foi o início das obras para construção do primeiro Hospital Municipal de Salvador. “Enquanto muitas capitais do Brasil há décadas já possuem hospitais municipais, Salvador ainda não tinha. Por isso, me alegro em dizer que começamos a construção do nosso hospital. Também podemos comemorar porque a cidade vai receber mais três novas UPA’s para garantir os serviços de urgência e emergência”, desabafa com alegria o prefeito ACM.
O gestor lembra que encontrou a Prefeitura com apenas uma UPA em funcionamento. Hoje já são cinco administradas pela atual gestão municipal. Foi no governo de ACM Neto que a capital baiana passou a investir 19% do orçamento no setor, contra 15% da administração passada. “Fechamos o ano passado com o maior volume de realizações na área e dobramos o número de equipes do Programa de Saúde da Família (PSF). A população que era atendida pela atenção básica saiu de 18% para 50%”, frisou o prefeito.
Mesmo com a falta de repasses federais para o setor de saúde, ACM Neto vem priorizando os projetos desta área e investindo no setor.
“Enquanto nós ampliamos nossos investimentos e lançamos projetos novos, como a construção do primeiro Hospital Municipal de Salvador, uma reportagem exibida meses atrás pela TV Globo, mostrou a situação da rede hospitalar estadual e a falta de repasses da União para o município. Isso tem sido objeto de luta minha e já perdi as contas de quantas vezes estive no Ministério da Saúde para tratar disso. Tenho todas as audiências documentadas desde 2013. Estamos, inclusive, financiando coisas que são da responsabilidade do governo federal. Ano passado, ficamos três meses sem receber recursos federais. Paguei tudo em dia porque cobri obrigações que não eram da Prefeitura”, denunciou o prefeito.
ACM Neto revelou que o governo federal tem deixado de repassar R$ 80 milhões para Salvador anualmente, principalmente no que se refere às áreas da média e alta complexidade no atendimento à saúde. “Nós estamos executando acima do teto, chegando a 115%. E o governo do estado não consegue executar o orçamento. Se a gente recebesse esse dinheiro que a União deixa de repassar poderíamos ampliar o credenciamento de hospitais para serviços de oncologia, por exemplo, ou para cirurgias eletivas”, conclui o prefeito de Salvador que segue sem medir esforços seu trabalho frente à administração municipal da capital baiana.

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