Caminhoneiros que trafegam pelo Maranhão terão assistência de saúde gratuita

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Esta semana caminhoneiros que trafegam pelas estradas do estado do Maranhão tem a oportunidade de ter assistência à saúde gratuita. O atendimento ocorre na BR-010 e os motoristas são convidados a parar e participar da ação que faz parte do programa de prevenção de acidentes do Sest Senat.

Durante a ação os caminhoneiros recebem dicas e podem fazer alguns exames e o mais importante: eles são orientados sobre a importância de estar com a saúde em dia. O motorista Paulo Henrique que já está na profissão há mais de 30 anos gostou da iniciativa. “Isso é muito bom e, inclusive, eu não conhecia. Eu vou fazer de tudo para me conhecer a partir de agora. É muito interessante para nós que não fazemos um exercício antes do serviço e nem depois”.

Para não atrapalhar a rotina corrida dos caminhoneiros, os serviços estão sendo oferecidos durante o expediente. Os trabalhadores recebem dicas nutricionais e orientações sobre os riscos do uso do álcool e drogas.

Também estão sendo realizados atendimentos de saúde bucal, aferição de pressão arterial e assistência psicológica. A iniciativa faz parte do programa de prevenção de acidentes do Sest Senat.

Dados da Confederação Nacional do Transporte mostram que 20 por cento dos caminhoneiros só procuram um profissional de saúde quando os sintomas se agravam.

A coordenadora de Promoção Social do Sest, Mayara Gomes, diz que o intuito da ação é fazer com que o caminhoneiro tire um tempo do seu trabalho para averiguar a sua saúde. “Aqui exatamente essa ideia de saúde integral indo da parte odontológica a nutrição, a fisioterapia, psicologia passando pelos enfermeiros e essa ideia de integrar nesse circuito essas áreas é de ele tirar esse tempo, enquanto às vezes ele está aqui no local de trabalho dele mesmo para que a gente conscientize dessa importância porque é um trabalhador é saudável. Ele rende muito melhor e alcança melhores resultados”, finalizou.

 Fonte: G1 Maranhão

Maternidade Benedito Leite oferece assistência humanizada para gestantes, recém-nascidos e puérperas

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O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), tem transformado a rotina das pacientes da Maternidade Benedito Leite, em São Luís, com atendimento humanizado dos profissionais de saúde e, ainda, a assistência oferecida aos acompanhantes. Dos 3.596 partos realizados na unidade, 61% foram partos normais e 39% cesáreas. Os dados são de janeiro a outubro deste ano.

O parto humanizado é incentivado da rede estadual de saúde. “Tivemos que conscientizar a equipe, melhoramos os ambientes com espaços adequados, criando um local mais acolhedor, para mostrar à mulher que o parto humanizado é bonito e tem benefícios. Teve um tempo em que se realizavam muitas cirurgias. O parto normal não é somente dor, é o momento de maior ligação entre a mãe e o bebê. Os números mostram que as medidas adotadas têm dado certo”, explica Hilmar Ribeiro Hortegal, diretor da Maternidade Benedito Leite.

Desde o início da gravidez, Rosileia Soares, de 31 anos, desejava um parto normal e, de preferência, na Maternidade Benedito Leite. “Durante o pré-natal a gente sempre encontra mães e enquanto espera a consulta, conversa. Passei minha gravidez inteira ouvindo falar bem da Benedito Leite e coloquei na minha cabeça que queria ter aqui! Quando quiseram me levar pra outro lugar, pedi pelo amor de Deus pra ter meu bebê aqui”, disse.

Rosileia Soares, deu entrada no domingo (29), por volta de 6h, na unidade de saúde. Com o acompanhamento da equipe multiprofissional da Maternidade Benedito Leite, a gestante recebeu assistência para o parto humanizado.

Ao som de da música latina “Despacito”, sucesso no mundo todo, Rosileia Soares, acompanhada pela equipe formada por médico obstetra, enfermeira, técnica de enfermagem e fisioterapeuta, fazia exercícios para aliviar as dores e tensões pré-parto. O método foi implantado pela fisioterapeuta Luiza Maria Martins. O vídeo já obteve mais de 35 mil visualizações.

“Ali não era simplesmente uma dança, todos os movimentos são pensados para que o bebê se encaixe perfeitamente e a mãe possa ter a passagem suficiente para a realização do parto”, explicou a fisioterapeuta especialista em neonatologia. “Meu foco sempre é na mãe, se ela quer, se está disponível, os movimentos diminuem a ansiedade e a ajudam a passar pela dor sem sofrimento”, disse Luiza Maria Martins.

Além dos movimentos ao som de música, técnicas de relaxamento, como massagens nas costas, agachamento na bola de parto, caminhada assistida pelo quarto e ainda, banho na piscina com água morna também são utilizados, além da presença constante de um acompanhante da escolha da paciente.

“Tenho certeza de que não teria conseguido sem o apoio do meu marido ao meu lado, a fisioterapeuta me passou muita confiança. Estava perdendo líquido, o médico já estava até se preparando para que eu tivesse o Jessé por cesárea, mas eu confiei demais e me propus a fazer tudo o que eles mandavam”, conta Rosileia que além de Jessé tem mais dois filhos, um de 11 e outro de 8 anos “Nos outros partos eu sofri demais, mandavam eu deitar, demorou muito, chorava sozinha. Esse foi completamente diferente. Fiquei até famosa! Todo mundo já ligou dizendo que olhou o vídeo”, contou aos risos.

Canto do chá 

Desde a última semana de outubro, as mães que vão ter seus bebês na unidade podem contar com o Cantinho do Chá, um espaço com lanche feito de acordo com a dieta passada por nutricionista, respeitando inclusive os hábitos alimentares da paciente ou restrições alimentares das mesmas, para que com a alimentação, elas possam ter mais energia durante o parto.

“O que a gente vê com frequência é um modelo onde a mulher não tem direito a ficar com acompanhante. Ela entra em uma sala de parto e fica sozinha. É colocada em dieta zero e assistida por profissionais que está vendo pela primeira vez”, enumera Hortegal. “Portanto, o parto humanizado é ideal porque o tempo da mãe e do bebê são respeitados, ela tem liberdade de posição e apoio de familiares e de profissionais que escolher”, conclui.

Outros serviços 

Logo após o nascimento, os bebês realizam o Teste do Coraçãozinho, que permite detectar precocemente se o recém-nascido apresenta cardiopatia congênita; o Teste do Pezinho, que pode identificar doenças como hipotireoidismo congênito, entre outras; e o teste da orelhinha, que é feito no primeiro mês de nascimento da criança e o teste do olhinho. Em breve teremos o Teste da Linguinha”, disse o diretor da unidade, Hilmar Hortegal.

A unidade conta com o projeto Primeiro Olhar, fotos do bebê em um ensaio fotográfico realizado por um fotógrafo profissional, o Projeto Pequeno Maranhense que estimula a realização do pré-natal na atenção básica e oferece orientações sobre gestação, parto e pós-parto para mulheres durante o período de gravidez. Caso a gestante tenha cumprido as sete consultas do pré-natal, ela é contemplada com um kit composto por bolsa, fraldas, termômetro, cartilha informativa, toalha, frasco de álcool em gel e um pacote de gazes para os primeiros cuidados com os recém-nascidos.

Registro civil na maternidade 

A unidade conta também com Posto Avançado de Registro Civil de Nascimento. A iniciativa integra a política de combate ao subregistro da Secretaria Estadual de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop), em parceria com a Corregedoria Geral da Justiça do Maranhão, Secretaria de Estado de Saúde (SES), o Comitê Estadual de Combate ao Subregistro, cartórios e prefeituras municipais.

Fonte: http://www.saude.ma.gov.br

Saúde Bucal é parte do atendimento da Estratégia Saúde da Família

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A rotina da dentista Érika Mendonça, servidora da Secretaria de Saúde, é agitada. Além dos atendimentos no consultório, com hora marcada ou por ordem de chegada, ela visita escolas, creches e ministra palestras para grupos específicos, como grávidas, diabéticos e hipertensos.

Lotada na Unidade Básica de Saúde do Lúcio Costa, ela integra a Estratégia Saúde da Família desde julho, depois que optou por fazer parte do processo de conversão da atenção primária.
“Aqui, eu vejo que o que estou fazendo está mudando a forma de viver das pessoas, está se multiplicando”.

Para Érika, a saúde bucal está relacionada diretamente com o bem-estar integral do paciente. “São muitos os casos em que a pessoa não melhora, mas, depois que passa pelo tratamento adequado da boca, se estabiliza”, conta.

Crianças, gestantes, hipertensos e diabéticos são grupos que participam de ações específicas, recebem orientações precisas em encontros constantes com a equipe de profissionais. No entanto, qualquer pessoa pode ter acesso ao cuidado.

Como no restante da estratégia, o foco é na promoção, proteção e recuperação da saúde e no acompanhamento integral do paciente. No DF, um grupo de odontologia atende cerca de 7 mil pacientes.

A expectativa, segundo o gerente de Odontologia, da Secretaria de Saúde, Maurício Bartelle Basso, é que ao fim do processo de conversão haja uma equipe de saúde bucal para cada 3,5 mil pessoas — quantidade atendida por um grupo de profissionais da Estratégia Saúde da Família.

Integração entre os profissionais para o cuidado ao paciente

A dona de casa Lainara Irlanda, de 24 anos, soube do acompanhamento que teria com Érika ao procurar consultas para acompanhar a gestação. O bebê será atendido logo quando completar 1 mês de nascido.

“Esse cuidado é muito bom. Aprendemos coisas simples sobre nutrição e alimentação.” Ela e a filha Agatha, de 1 ano, já são assistidas pela dentista.

A rede pública ainda conta com dez centros odontológicos na atenção secundária. De acordo com Basso, a pasta trabalha para organizar todos os níveis de atenção à saúde bucal.
No dia 17, o governador Rodrigo Rollemberg anunciou a nomeação de, entre outros profissionais, 39 cirurgiões-dentistas e 39 técnicos em saúde bucal, que serão distribuídos em unidades de urgência e emergência.

“A ideia é qualificar o atendimento nesses níveis de atenção”, explica Basso. Ele detalha que a secretaria trabalha para qualificar o acesso dos pacientes à saúde básica, com o planejamento para implementar a classificação de risco para atendimentos odontológicos e a capacitação dos profissionais para melhor atender crianças.

Ministério da Saúde anuncia plano para eliminação da hepatite C até 2030

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RIO – O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira a criação de um plano para eliminar a da hepatite C no país até 2030 com a oferta de tratamento para todos pacientes diagnosticados com a doença. A meta foi apresentada pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, durante a abertura da Cúpula Mundial de Hepatites 2017 – World Hepatitis Summit, que acontece em São Paulo (SP) desta quarta até sexta-feira e reúne ministros da Saúde, especialistas em saúde pública e ONGs para discutir a eliminação das hepatites virais em todo o mundo. A expectativa do plano é tratar 657 mil pessoas nos próximos anos.

– O projeto de eliminação da hepatite C no Brasil é viável e já está em curso – afirmou Barros. – Somos um dos primeiros países a colocarem em prática a proposta em discussão para o mundo. Atualmente, dos 155 mil pacientes notificados, metade já foi ou está em tratamento. Além disso, iremos aumentar a testagem e diagnóstico da doença em toda a população. A expectativa é distribuirmos ano que vem o dobro de testes que distribuímos esse ano. Serão 12 milhões de testes para diagnóstico da doença.

A estimativa de tratar 657 mil pessoas é menor do que a anterior, de 1,6 milhão de casos, porque houve uma revisão dos números da doença no país com o apoio do Observatório Polaris, da Fundação Center for Disease Analysis (CDA), nos EUA, e em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Com isso, a meta do Ministério da Saúde agora é tratar todos os pacientes diagnosticados, além de apresentar novas iniciativas para testar o máximo de pacientes.

– Assim como ocorreu com relação à epidemia de HIV, o Brasil está determinado a ser líder mundial na luta contra a hepatite C – disse Adele Benzaken, diretora do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais do Ministério da Saúde. – Nosso plano de eliminação significa que, até 2030, a hepatite C não será mais uma ameaça à saúde pública no Brasil.

O protocolo atual da hepatite C no Brasil considera elegíveis para tratamento no SUS os pacientes mais graves, nas chamadas fases 2, 3 e 4 de comprometimento do fígado, os pacientes com coinfecção com HIV e pacientes com comorbidades, isto é, outras doenças associadas, como doença renal crônica e manifestações extra-hepáticas. O plano de eliminação prevê que todos pacientes diagnosticados com a doença serão atendidos, a partir de 2018, independente do grau de comprometimento do fígado.

Os pacientes com maior gravidade, no entanto, continuam a ter prioridade. Os estágios de comprometimento do fígado pela hepatite C variam de fase 0 a fase 4. Assim, com o plano, as pessoas ainda nas fases 0 e 1 passarão a ser tratadas também. A expectativa é que a fila dos casos diagnosticados de fase 3 e fase 4 acabe neste semestre. E até o primeiro semestre de 2018, os diagnosticados na fase 2 também já deverão estar plenamente atendidos.

– Agora, o Ministério da Saúde irá realizar a compra dos tratamentos e não de medicamentos. E os laboratórios terão o preço máximo de U$ 3 mil por tratamento, que é metade do que é pago atualmente. Portanto, iremos ampliar o acesso aos medicamentos para mais pessoas com um custo muito menor – destacou o ministro Barros.

A ampliação da oferta de tratamento para todos será possível devido à mudança na modalidade de compra do Ministério da Saúde, que condicionará o pagamento à indústria farmacêutica do tratamento à comprovação da cura do paciente. A expectativa é que, como aconteceu em outros países, o valor por tratamento caia de U$ 6,2 mil para U$ 3 mil. Essa economia possibilitará a inclusão de até três vezes mais pessoas do que as atendidas atualmente no SUS.

O Ministério da Saúde também incorporou novas tecnologias no combate à doença. A combinação dos remédios Ombitasvir, Paritaprevir, Ritonavir, Dasabuvir (3D) é mais uma opção terapêutica para pacientes com hepatite C, e o tratamento deverá ser oferecido até o final deste ano. As novas inclusões oferecem maiores possibilidades para terapia, possibilitando uma taxa de cura superior a 90%.

Atualmente, as hepatites virais são responsáveis por mais de 1 milhão de mortes por ano – e mais de 300 milhões de pessoas estão cronicamente infectadas pelas hepatites B ou C. Em 2016, o Brasil registrou 42.830 casos de hepatites virais. Os dados fazem parte do Boletim Epidemiológico de Hepatites, que pode ser acessado no site indicadoreshepatites.aids.gov.br. Na plataforma, é possível acompanhar dados das hepatites de cada município de Brasil, com recortes de raça, cor, sexo, idade.

Fonte: Jornal Extra

Novembro Azul: mês da prevenção contra o Câncer de Próstata

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O Câncer de Próstata é uma das formas mais comuns de câncer (CA) entre os homens. As elevadas taxas de sobrevivência do paciente refletem melhorias na detecção precoce, através da triagem de antígeno específico da próstata (PSA) e nas modalidades de tratamento como a cirurgia (prostatectomia) e terapia de privação androgênica (ADT, do Inglês Androgen Deprivation Therapy).

Campanha

A Campanha Novembro Azul é um movimento mundial de conscientização para a prevenção e diagnóstico precoce do câncer em homens. É desenvolvida durante todo o mês de novembro e é simbolizada pelo laço azul, que remete à cor da campanha. Seu objetivo é promover mais saúde paraa população masculina e ressaltar a importância da prevenção, diagnóstico precoce e tratamento do câncer masculino.

Tipos

O câncer de próstata é um dos mais frequentes tipos de câncer na população masculina, e se diferencia dos demais tumores por sua lenta evolução e manifestação dos primeiros sintomas. No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele).  Alguns tipos de câncer de próstata podem crescer de forma rápida, espalhando-se para outros órgãos e podendo levar à morte. A grande maioria, porém, cresce de forma tão lenta (leva cerca de 15 anos para atingir 1 cm³) que não chega a dar sinais durante a vida e nem a ameaçar a saúde do homem.

Sinais e sintomas

Mais do que qualquer outro tumor, o câncer da próstata é considerado um câncer da terceira idade, já que cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. Em seus estágios iniciais, o câncer de próstata não costuma apresentar sintomas. Dificuldade para urinar pode ser sintoma de câncer, mas também de hiperplasia benigna. É recomendável consultar um urologista se o paciente apresentar os seguintes sintomas: urinar pouco de cada vez; dor ou sensação de ardor ao urinar; presença de sangue na urina ou sêmen e ejaculação dolorosa.

Tratamento

O tratamento depende do quanto a doença penetrou na próstata e se há metástase ou não. Quando a doença está apenas na próstata, o tratamento é feito com a cirurgia de retirada da próstata ou através da radioterapia, associada muitas vezes a uma injeção para bloquear a produção dos hormônios masculinos. Entretanto, quando a doença invade os órgãos em volta da próstata ou quando já se apresenta com metástases, a cura não é mais possível e o objetivo do tratamento é frear o avanço da doença. Para isso, o tratamento deve ser incialmente com o bloqueio da produção dos hormônios masculinos e futuramente com a quimioterapia ou novas drogas que inibem a produção dos hormônios de forma mais potente.

Referências

No Estado do Maranhão, muitos médicos urologistas se empenham em diagnosticar e tratar as patologias que atingem a população masculina. Dentre os profissionais, destacam-se o doutor Alair Firmiano (especialista em urologia, registrado na Comissão de Residência Médica do Ministério da Educação e Cultura, secretário municipal de saúde e médico legista do IML de Imperatriz) e o doutor José Calixto, doutor em Fisiopatologia Clínica e Experimental pela UERJ, Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia (TiSBU), Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões (TCBC) e chefe da Equipe cirúrgica do transplante de rim do Hospital Universitário Presidente Dutra da UFMA). Estes profissionais, se empenham diariamente ao combate do Câncer de próstata e desta forma, proporcionam saúde e qualidade de vida aos pacientes que recorrem seus serviços.